A Toca do Túlio

Maio 2, 2008

PR preside sábado à cerimónia do 97º aniversário da GNR

Filed under: Forças de Segurança — tuliohostilio @ 1:09 pm


O Presidente da República, Cavaco Silva, preside no sábado à cerimónia do 97º aniversário da GNR, junto ao Mosteiro dos Jerónimos, e visita depois a Escola Prática da Guarda, onde descerra uma estátua dedicada ao «Esforço do Militar da GNR».

O Chefe de Estado é acompanhado nesta visita à escola Prática da Guarda, em Queluz, pelo ministro da Administração Interna, Rui Pereira, pelo Comandante-geral da GNR, General Mourato Nunes, e pelo presidente da Câmara Municipal de Sintra, Fernando Seara.

A escultura de corpo inteiro, dedicada ao «Esforço do Militar da GNR», é da autoria de Gil Soeiro, tem um altura de 2,67 metros, representa um militar de capote, apeado, com a perna esquerda esticada e apoiada, e a direita avançada e flectida, com as mãos sob as vestes, com uma delas a segurar um livro e outra o capote.

A Câmara Municipal de Sintra e o banco Milénio BCP custearam as despesas da estátua implantada na Escola Prática da Guarda.

Diário Digital / Lusa

7 comentários »

  1. Pronto, já está um guarda no Quartel, agora só falta outro para cumprir o célebre despacho.

    Comentar por CristianoRonaldo — Maio 2, 2008 @ 4:44 pm | Responder

  2. Olá, passei aqui por acaso. Parabéns pelo espaço. Espero que me visites em:

    http://oslivrosqueninguemquisdaraler.wordpress.com

    http://tachospanelasecolheresdepau.wordpress.com

    Um abraço,

    Sónia Pessoa

    Comentar por Sónia — Maio 3, 2008 @ 4:32 pm | Responder

  3. O que a notícia não conta – mas que um passarinho me contou – é que a estátua esteve um ano encaixotada frente à Escola da Guarda à espera que o PR tivesse um espacinho na agenda para a descerrar.
    Também não conta que a guardilha que esteve de serviço a fazer os fretes do dia, hoje teve de pagar o almoço na Escola, enquanto os vips e séquito comeu à custa da Guarda.
    Também não conta que os ensaios para o grandioso desfile frente aos Jerónimos foi feito na madrugada de ontem e que com isso quem mora nas redondezas ficou privado do direito ao sono sossegado, para já não mencionar nas centenas de guardas privados do descanso que vieram de vários pontos do país fazendo centenas de quilómetros, gastando combustível – já chamei a Guarda por menos.
    Muito menos conta que a força formou às 0900 e que a cerimónia começou às 1100 e que como resultado muitos efectivos (oficiais, sargentos e praças) caíram como tordos – uma guarda tombou frontalmente, partiu os óculos e cortou a face, enfim, derramou o seu sangue para honra e prestígio dos seus chefes.

    Comentar por M — Maio 3, 2008 @ 10:17 pm | Responder

  4. abraços.
    “pompa e circunstância” e o que o País mais precisa…
    e patrocinio(s) do BCP,claro…

    Comentar por heretico — Maio 4, 2008 @ 10:04 pm | Responder

  5. Não posso de forma alguma concordar com alguns comentadores que sistematicamente ano, após ano, vêm por em causa a celebração do Dia da Guarda.
    Trata-se de uma cerimónia militar, na medida em que a Guarda Nacional Republicana de acordo com o estatuído na respectiva Lei Orgânica a Guarda é uma força de segurança de natureza militar, constituída por militares organizados num corpo especial de tropas e dotada de autonomia administrativa.
    A GNR tem a sua personalidade e as suas tradições, que resultam de acontecimentos que marcaram a sua história. A personalidade vai-se formando e moldando ao longo dos diversos contextos históricos que vai atravessando, estando por isso associada a um conjunto de tradições, cujo culto não se limita a limita a celebrar factos passados, devendo ser activo, captando o sentir e acção dos seus elementos, e do seu relacionamento com a sociedade onde estão inseridos, contribuindo para esta possa usufruir de dois direitos fundamentais: a liberdade e a segurança.
    A Guarda Real de Polícia, que, pelas suas características militares, dependência, recrutamento, organização e enquadramento, é considerada a antecessora da Guarda Nacional Republicana, foi criada por Decreto de 10 de Dezembro de 1801, por iniciativa do intendente Pina Manique, e dissolvida em 1834, como consequência das lutas entre liberais e absolutistas, tendo, em sua substituição, sido fundada no mesmo ano a Guarda Municipal. Com a implantação da República, em 1910, a Guarda Municipal é extinta e substituída, a título provisório, pela Guarda Republicana, sendo, no ano seguinte, por Decreto de 3 de Maio, criada, então, a Guarda Nacional Republicana, o que levou a eleger-se o dia 3 de Maio como o Dia da Guarda, considerado festivo e tratado como dia feriado, devendo ser comemorado em todos os quartéis do dispositivo.
    Esta cerimónia mais não faz do que fomentar o sentimento de coesão, de pertença dos membros da instituição, levando à interacção desta com a sociedade de uma forma que vai para além daquilo que é normal no decurso sua actividade operacional no seu dia a dia, fortalecendo a sua credibilidade, prestigiando e dando honra a quem o merece.
    Sendo um instrumento estratégico de comunicação que pode trazer inúmeros benefícios às organizações, como:
    – Estreitamento de relacionamento com públicos estratégicos;
    – Oportunidade de promover novas metodologias de actuação e com isso reforçar os valores organizacionais;
    – Reforço do conceito institucional;
    – Estabelecimento de parcerias;
    – Possibilidade de aumentar o relacionamento com públicos de interesse;
    – Possibilidade de captar recursos;
    – Aumento de oportunidade de exposição junto dos órgãos de comunicação social.

    Espero ter contribuído para dissipar algumas dúvidas sobre a necessidade ou não da celebração do Dia da Guarda e para que alguns vejam para além daqui que é óbvio, conseguindo atingir metas mais longínquas.

    Comentar por Incógnito — Maio 4, 2008 @ 11:26 pm | Responder

  6. Porreiro agora V. Exª apaga os comentários que não lhe interessam ou que de alguma forma o incomodam.
    Censura, boa estava na ideia de que isso havia sido abolido.

    Comentar por J — Maio 5, 2008 @ 9:31 pm | Responder

  7. Pela qualidade de alguns comentários aqui deixados se v~e o fraco nível dos seus autores. Não se encontra paraleo noutras forças ou serviços de segurança. Só é guarda quem quer e está disposto a integra-se de corpo e alma. Quem não tem mentalidade para a servir dentro do espírito demita-se …obviamente. Isto não é um grupo de desmpregados ou mercenários. Sejam honestos cosigo póprios ao menos uma vez na vida. Zé Brandão

    Comentar por guarda ricardo — Maio 10, 2008 @ 10:30 am | Responder


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