Os advogados de defesa do caso das contrapartidas dos submarinos foram os primeiros, na história da justiça portuguesa, a receber um processo completo em suporte informático. Ontem, no Tribunal Central de Instrução Criminal, onde decorre o debate instrutório do processo, os causídicos agradeceram publicamente o facto ao autor do feito, o cabo da GNR, Sérgio Pereira, que fez parte da equipa de investigação do Ministério Público (MP).
A iniciativa partiu do advogado Godinho de Matos, do escritório Uría Menendez/Proença de Carvalho, representante dos dois arguidos alemães da Ferrostaal, que sublinhou o facto de a recepção do processo em suporte informático ter sido “histórica para quem conhece os tribunais portugueses”, e de ter antecipado em “20 anos” o que será o trabalho judicial do futuro, para além de fruto de um trabalho de “vontade própria e sem remuneração” acrescida. Um “trabalho notável”, disse.
Sérgio Pereira foi ontem ao tribunal testemunhar sobre o trabalho de campo feito em colaboração com a PJ.
In Público de 29/06/2010
Segundo parece o funcionário é muito bom.Como foi para o DCIAP ocupar um lugar de alto quilate pretendido por altas figuras, na GNR está com muitos problemas para ser considerado investigador.
È de grito e apito.
Comentário por Jacaré — Junho 30, 2010 @ 8:41 pm |