O coronel Carlos Gervásio Branco escreveu um livro “polémico” e “corajoso”, no qual contesta o “ziguezaguear do poder político”, nos últimos anos, na definição do papel da GNR.
“Guarda Nacional Republicana — Contradições e Ambiguidades”, lançado pelas Edições Sílabo, foi apresentado na terça feira, no Quartel do Carmo, em Lisboa, numa cerimónia que contou com a presença do comandante geral da GNR, tenente general Nelson dos Santos.
Em declarações à agência Lusa, o coronel Carlos Gervásio Branco frisou que “enquanto a GNR não for um ramo das forças armadas não será respeitada” e continuará a ser vítima de “discriminações várias”, atribuídas pelo autor às mudanças de posição do poder central nos últimos anos.
O autor sustenta que a obra se concretiza na frase explicativa das “contradições e ambiguidades” expressas no título – “a defesa da Guarda Nacional Republicana como força militar” é a tese que o livro sustenta, com recolha diversa de diferentes dados e estudos.
O comandante geral da GNR, tenente general Nelson dos Santos, afirmou, na apresentação da obra, que a mesma é “altamente prestigiante” para a Guarda e é demonstrativa da “vitalidade e importância” da GNR.
“Guarda Nacional Republicana — Contradições e Ambiguidades” é prefaciado pelo secretário geral do Sistema de Segurança Interna, Mário Mendes.
IN JN 02/06/2010
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Comentário por Anonimo — Junho 4, 2010 @ 9:16 am |